O Pr. Gilson Soares dos Santos é casado com a Missionária Selma Rodrigues, tendo três filhos: Micaelle, Álef e Michelle. É servo do Senhor Jesus Cristo, chamado com santa vocação. Bacharel em Teologia pelo STEC (Seminário Teológico Evangélico Congregacional), Campina Grande/PB; Graduado em Filosofia pela UEPB (Universidade Estadual da Paraíba); Pós-Graduando em Teologia Bíblica pelo CPAJ/Mackenzie (Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper). Professor de Filosofia e Teologia Sistemática no STEC. Professor de Teologia Sistemática no STEMES, em Campina Grande - Paraíba. Pastor do Quadro de Ministros da Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil (AIECB). Pastoreou a Igreja Evangélica Congregacional de Cuité/PB, durante 15 anos (1993-2008). Atualmente é Pastor Titular da Igreja Evangélica Congregacional em Areia - Paraíba.

25 de julho de 2015

Congregacionais: Santos em Areia

CONGREGACIONAIS: SANTOS EM AREIA

Pr. Gilson Soares dos Santos

A Igreja Evangélica Congregacional Monte da Bênção de Areia – Paraíba está fazendo 44 anos de organização eclesiástica. Porém, vale lembrar que o trabalho congregacional aqui em Areia existe desde 1920. Torna-se praticamente impossível relatar todas as bênçãos que Deus concedeu à sua igreja neste lugar, bem como torna-se impossível descrever todas as lutas enfrentadas pelos congregacionais em Areia.

Quero aproveitar o espaço e fazer minha as palavras de Leland Ryken sobre os fiéis puritanos, em seu livro “santos no mundo”, e o aplicarei aos fiéis congregacionais, os santos em Areia.

Primeiro, os fiéis congregacionais mantiveram a integração em suas vidas diárias, integravam-se na única fidelidade de honrar a Deus. Portanto, os verdadeiros congregacionais que pregaram o evangelho em Areia não faziam distinção entre o sagrado e o secular, mas viam a vida como um todo para honrar a Deus.

Segundo, mantiveram a qualidade de sua experiência espiritual. Sempre pregaram que Jesus é central e a Sagrada Escritura, suprema. Os congregacionais legítimos que passaram em solo areiense sempre entenderam que a Escritura era a regra inalterada da santidade.

Terceiro, mantiveram sua paixão pela ação eficaz. Não eram meros sonhadores, mas realizadores das grandes obras de Deus nesta cidade.

Quarto, lutaram sempre pela estabilidade da família. Os fiéis congregacionais priorizaram a família, aplicando os princípios bíblicos da educação crista.

Quinto, aprendemos muito com o senso de valor humano dos fiéis congregacionais. O sentimento de Hamlet “que obra é o homem!” tornou-se também o sentimento dos congregacionais areienses. Viram o homem como criado à imagem de Deus e lutaram para que este homem fosse alcançado de maneira integral.

Sexto, lutaram pelo ideal de renovação da igreja. Os congregacionais não se conformaram com a mesmice, mas mantiveram o ideal de “reforma” da igreja.Quem foi e é congregacional legítimo sabe que a igreja está sempre se reformando. Reformado sim, deformado, jamais. Reforma não significa transmutação.

Os congregacionais areienses, que hoje fazem parte desta igreja, sabem que ainda temos muitos desafios, mas manteremos o padrão de vida puritana que salta das Sagradas Escrituras.

A Deus seja a glória.