O Pr. Gilson Soares dos Santos é casado com a Missionária Selma Rodrigues, tendo três filhos: Micaelle, Álef e Michelle. É servo do Senhor Jesus Cristo, chamado com santa vocação. Bacharel em Teologia pelo STEC (Seminário Teológico Evangélico Congregacional), Campina Grande/PB; Graduado em Filosofia pela UEPB (Universidade Estadual da Paraíba); Pós-Graduando em Teologia Bíblica pelo CPAJ/Mackenzie (Centro Presbiteriano de Pós-Graduação Andrew Jumper). Professor de Filosofia e Teologia Sistemática no STEC. Professor de Teologia Sistemática no STEMES, em Campina Grande - Paraíba. Pastor do Quadro de Ministros da Aliança das Igrejas Evangélicas Congregacionais do Brasil (AIECB). Pastoreou a Igreja Evangélica Congregacional de Cuité/PB, durante 15 anos (1993-2008). Atualmente é Pastor Titular da Igreja Evangélica Congregacional em Areia - Paraíba.

28 de novembro de 2016

Por causa da morte de Russell Shedd, um pequeno estudo sobre a morte


POR CAUSA DA MORTE DE RUSSELL SHEDD, UM PEQUENO ESTUDO SOBRE A MORTE

Pr. Gilson Soares dos Santos

Partiu para estar com o Senhor, nosso amado irmão Russel Shedd, pastor e teólogo, que alcançou muitas vidas para o Reino de Deus, edificando-as por meio da Palavra Fiel e Verdadeira. Ele faleceu no dia 26 de Novembro de 2016.

O espaço aqui poderia ser usado para expor, de maneira fidedigna, a biografia do nosso amado irmão Shedd, no entanto, sei que o (a) leitor (a) poderá encontrar a biografia deste servo de Deus em muitas páginas na internet, inclusive na página da Editora Vida Nova. Sendo assim, quero aproveitar o momento para trazer um pequeno estudo sobre a morte

Boa edificação.

UM PEQUENO ESTUDO SOBRE A MORTE

Pr. Gilson Soares dos Santos

     “Talvez a questão mais preocupante para o homem seja o problema da morte. A realidade da morte é um fato tão desagradável, que todas as culturas têm procurado encontrar recursos, às vezes extremos, para ajudar o ser humano a sobreviver além-túmulo. Com os avanços da medicina moderna, a maioria das pessoas vive como se a morte fosse algo que só acontece com os outros. A verdade, entretanto, é que todos morrerão. No entanto, a grande questão é: o que acontece depois da morte?” (Ferreira e Myatt, 2008, p. 1046).

    As Escrituras Sagradas tratam da morte física, morte espiritual e morte eterna.

1 A Morte Física

     A morte física é a separação entre corpo e alma. Ela acontece quando a alma deixa o corpo, sendo considerado, então, o fim da existência de uma pessoa aqui na terra. A alma é quem dá vida ao corpo, quando a alma deixa o corpo, obviamente, o corpo morre e isto é chamado de morte física.

1.1 – A natureza da morte física

     Berkhof (2001, p. 617) nos traz a seguinte explicação sobre a natureza da morte física:

A Bíblia contém algumas indicações instrutivas quanto à natureza da morte física. Fala desta de várias maneiras. Em Mt 10.28 e Lc 12.4, fala-se dela como a morte do corpo, em distinção da morte da alma (psyche). Ali o corpo é considerado como um organismo vivo, e a psyche é evidentemente o pneuma do homem, o elemento espiritual que constitui o princípio da sua vida natural. Este conceito da morte natural também está subjacente à linguagem de Pedro em 1 Pe 3.14-18. Noutras passagens é descrita como o término da psyche, isto é, da vida animal, ou como a perda desta., Mt 2.20; Mc3.4; Lc 6.9; 14.26; Jo 12.25; 13.37, 38; At 15.26; 20.24, e outras passagens. E, finalmente, também é descrita como separação de corpo e alma, Ec 12.7 (comp. Gn 2.7); Tg 2.26, idéia também básica em passagens como Jo 19.30; At 7.59; Fp 1.23. Cf. também o emprego de êxodos (“partida”) em Lc 9.31; 2 Pe 1.15, 16.

Em vista disso tudo, pode-se dizer que, de acordo com a Escritura, a morte física é o término da vida física pela separação de corpo e alma. [...] a morte é um rompimento das relações naturais da vida.

    Franklin Ferreira e Alan Myatt (2008, p. 1069) assim descrevem a morte física:    

A morte física é a separação entre o corpo e o espírito, ou a separação entre a parte material e a parte imaterial. A morte física é o afastamento de aspecto de nossa humanidade que deveriam ser inseparáveis, o que também indica que a morte não foi o designio original de Deus para o homem, mas o resultado do pecado. 

     A definição de Norman Geisler (2010, p. 683) é semelhante:
   
A Bíblia descreve a morte como o momento em que a alma deixa o corpo. Por exemplo, Genesis 35.18 fala, a respeito de Raquel, que “saiu-se lhe a alma (porque morreu)”. Da mesma maneira, Tiago ensina: “o corpo sem o espirito esta morto” (2.26). Uma vez que a alma é o principio da vida que anima o corpo, resulta que, quando a alma deixa o corpo, o corpo morre.

     Por sua vez, Millard Erickson (1997, p. 484) dá a seguinte explicação sobre o que é a morte física:

Mas que é a morte? Como devemos defini-la? Várias passagens na Escritura falam da morte física, ou seja, do cessar da vida em nosso corpo físico. Em Mateus 10.28, por exemplo, Jesus contrasta a morte do corpo com a morte de ambos, o corpo e a alma: “Não temais os que matam o corpo e não podem matar a alma; temei, antes, aquele que pode fazer perecer no inferno tanto a alma como o corpo” Várias outras passagens falam da perda da psique (“vida”). Um exemplo é João 13.37,38: “Replicou Pedro: Senhor, por que não posso seguir-te agora? Por ti darei a própria vida. Respondeu Jesus: Darás a vida por mim?” Finalmente, a morte é mencionada em Eclesiastes 12.7 como uma separação do corpo e da alma (ou espírito): “E o pó volte à terra, como o era, e o espírito volte a Deus, que o deu”. No Novo Testamento, Tiago 2.26 também fala da morte como uma separação entre o corpo e o espírito. Estamos lidando nessas passagens com o cessar da vida em seu estado corpóreo com que estamos familiarizados. Mas esse não é o fim da existência. A vida e a morte, de acordo com a Escritura, não devem ser entendidas como existência e não existência, mas como dois estados diferentes de existência. A morte é simplesmente uma transição para um modo diferente de existência; não é, como costumamos imaginar, extinção.

     A Enciclopédia Temática da Bíblia (2008, p. 240-241) nos traz a lista de textos sobre a morte física (morte natural):

Por meio de Adão (Gn 3.19; I Co 15.21-22).
Consequência do pecado (Gn 2.17; Rm 5.12).
Cabe a todos (Ec 8.8; Hb 9.27).
Ordenada por Deus (Dt 32.39; Jó 14.5).
Encerra os projetos humanos (Ec 9.10)
Despoja dos bens terrenos (Jó 1.21; I Tm 6.7).
Iguala todas as pessoas (Jó 3.17-19)
Derrotada por Cristo (Rm 6.9; Ap 1.18)
Abolida por Cristo (II Tm 1.10)
Será totalmente destruída por Cristo (Os 13.14; I Co 15.26).
Cristo liberta do medo da morte (Hb 2.15)
Está às portas (Jó 14.1,2; Sl 39.4,5; 90.9; I Pe 1.24).
Preparemo-nos para ela (II Rs 20.1)
Oremos para estar preparados para ela (Sl 39.4,13; Sl 90.12).
Sua certeza, motivo de diligência (Ec 9.10; Jo 9.4).
Quando adiada, motivo de mais consagração (Sl 56.12,13; 118.17; Is 38.18,20).
Enoque e Elias foram isentos dela (Gn 5.24 com Hb 11.5; II Rs 2.11).
Todos se levantarão dela (At 24.15).
Ela não existe no céu (Lc 20.36; Ap 21.4).
Ilustra a mudança produzida pela conversão (Rm 6.2; Cl 2.20).

DESCRITA COMO

Um sono (Dt 31.16; Jo 11.11).
A destruição da casa terrena desse tabernáculo (II Co 5.1).
Abandono desse tabernáculo (II Pe 1.14).
Deus exigindo a alma (Lc 12.20).
Ir para o lugar sem volta (Jó 16.22).
Reunir-se ao nosso povo (Gn 49.33)
    
     A morte física, consequência do pecado, atinge a todos. Porém, veja o que o apóstolo Paulo diz em I Coríntios 15.51,52: “Eis que vos digo um mistério: nem todos dormiremos, mas transformados seremos todos, num momento, num abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta. A trombeta soará, os mortos ressuscitarão incorruptíveis, e nós seremos transformados.”.

2 Morte Espiritual

     Além de tratar da morte física, a Bíblia trata também da morte espiritual. A morte espiritual é a separação entre o homem e Deus. Quando Adão e Eva comeram do fruto proibido, tornaram-se separados de Deus, isto quer dizer que morreram espiritualmente. Um homem, antes de sua regeneração, está morto espiritualmente. A Bíblia chama a isto de “morto em delitos e pecados”. O homem espiritualmente morto é incapaz de reagir a qualquer estímulo espiritual. Adão morreu espiritualmente no dia em que desobedeceu a Deus (Gn 2.17), todo ser humano nasce na mesma condição espiritual (Rm 5.12,14,17,21). Somente pelo novo nascimento é que o homem sai dessa condição de morte espiritual, pois o Espírito Santo levanta o pecador de seu estado de morte espiritual e o vivifica (Jo 5.21; Ef 2.1-5; Cl 2.13).

     Sobre a morte espiritual, vejamos o que afirma Ferreira e Myatt (2008, p. 1069):

Essa é a primeira forma porque foi a primeira a acontecer na história
da redenção e na vida de cada indivíduo. Em Genesis 2.17, Deus disse que “no dia em que dela comeres, certamente morrerás”. Adão se tornou mortal quando comeu daquela árvore, e morreu espiritualmente naquele mesmo dia. [...] O pecado fez uma separação entre Deus e nossos primeiros pais, e esta separação é a essência da morte espiritual. [...] A regeneração é a cura para a morte espiritual.

     Erickson (1997, p. 484) nos diz o seguinte sobre a morte espiritual:

A morte espiritual é a separação entre a pessoa e Deus. [...] A Escritura refere-se claramente a um estado de morte espiritual, que é uma incapacidade de reagir a questões espirituais ou mesmo uma perda total da sensibilidade a tais estímulos. Isso é o que Paulo tem em mente em Efésios 2.1,2: “Ele vos deu vida, estando vós mortos nos vossos delitos e pecados, nos quais andastes outrora”.

     Geisler (2010, p. 105-106) escreve:

A morte espiritual é a separação espiritual de Deus. Isaias declarou: “Mas as vossas iniquidades fazem divisão entre vós e o vosso Deus, e os vossos pecados encobrem o seu rosto de vós, para que vos não ouça” (Is 59.2). No instante em que Adão pecou, ele experimentou o isolamento espiritual de Deus; isto fica evidenciado pela vergonha que ele sentiu a ponto de se esconder do seu Criador. [...] Todo descendente de Adão — toda pessoa nascida de pais naturais desde o tempo da Queda — também está espiritualmente morto. [...] O novo nascimento do que Jesus falava é o ato da regeneração, pelo qual Deus transmite a vida espiritual para a alma do crente (1 Pe 1.23). Sem esta regeneração, todo ser humano está espiritualmente morto nos seus pecados.

     Berkhof (2001, p. 239) escreve o seguinte sobre a morte espiritual:

O pecado separa de Deus o homem, e isso quer dizer morte, pois é só na comunhão com o Deus vivo que o homem pode viver de verdade. No estado de morte, que resultou da entrada do pecado no mundo, levamos o fardo da culpa do pecado, culpa que só pode ser removida pela obra redentora de Jesus Cristo. Portanto, estamos obrigados a padecer os sofrimentos resultantes da transgressão da lei. O homem natural carrega para onde vai o senso da sujeição à punição. A consciência constantemente o faz lembrar-se da sua culpa, e com frequência o temor da punição enche o seu coração. A morte espiritual significa, não somente culpa, mas também corrupção. O pecado é sempre uma influencia corruptora na vida, e isso é parte da nossa morte. Por natureza somos, não somente injustos aos olhos de Deus, mas também impuros. Esta impureza se manifesta em nossos pensamentos, em nossas palavras e em nossas orações. É sempre ativa dentro de nós, agindo como uma fonte envenenada a poluir as correntes da vida. E se não fosse a influencia restringente da graça comum de Deus, tornaria a vida social inteiramente impossível.

     A Enciclopédia Temática da Bíblia (2008, p. 240) nos traz a lista de textos sobre a morte espiritual:

É alienação de Deus (Ef 4.18).
A mente carnal é morte (Rm 8.6).
Viver em erros e pecados é morte (Ef 2.1; Cl 2.13).
Ignorância espiritual é morte (Is 9.2; Mt 4.16; Lc 1.79; Ef 4.18).
Incredulidade é morte (Jo 3.36; I Jo 5.12).
Viver nos prazeres é morte (I Tm 5.6).
Hipocrisia é morte (Ap 3.1-2).
É consequência da queda (Rm 5.15).
É o estado natural de todos os homens (Rm 6.13; 8.6).
Seus frutos são obras mortas (Hb 6.1; 9.14).
Uma chamada para nos levantarmos dela (Ef 5.14).
Escape, só por meio de Cristo (Jo 5.24-25; Ef 2.5; I Jo 5.12).
Os santos são ressuscitados dela (Rm 6.13).
Amor aos irmãos, uma prova dessa ressurreição (I Jo 3.14).
Ilustrada (Ez 37.2-3; Lc 15.24).

     Compreendemos, então, que a morte espiritual é a separação entre a alma e Deus. Faz parte da pena pelo pecado. O ser humano sofreu a morte espiritual ao perder a comunhão com Deus.

3 Morte eterna

     A morte eterna, também chamada na Bíblia de segunda morte, é a separação eterna de Deus. É, na verdade, a condenação eterna. Todo aquele que não nasceu de novo, morrerá eternamente. Todo aquele que nasceu de novo não provará da morte eterna.

     Sobre a morte eterna Ferreira e Myatt (2008, p. 1069) escrevem:

A terceira forma da morte é a morte eterna, ou a segunda morte (Ap 2.11; 20.14), que será experimentada pelos que não creram no evangelho. Podemos, então, dizer que a regeneração é a cura para a morte espiritual, a ressurreição do corpo é a cura para a morte física, mas não haverá cura para a morte eterna.

     A explicação de Berkhof (2001, p. 241) sobre a morte eterna é a seguinte:

Esta pode ser considerada como a culminância e a consumação da morte espiritual. As restrições do presente desaparecem, e a corrupção do pecado tem a sua obra completa. O peso total da ira de Deus desce sobre os condenados, e isto significa morte no sentido mais terrível da palavra. A condenação eterna deles é levada a corresponder ao estado interno das suas ímpias almas. Há angústias de consciência e sofrimentos físicos. E “a fumaça do seu tormento sobe pelos séculos dos séculos” (Ap 14.11).

     Geisler (2010, p. 105), por sua vez, dá a seguinte explicação sobre a morte eterna:

Se Adão não tivesse aceitado a provisão de salvação feita por Deus (Gn 3.15-24), ele teria, em algum momento, experimentado o que a Bíblia chama de “segunda morte,” que é a separação eterna de Deus. João escreveu sobre ela nas seguintes palavras: “E a morte e o inferno foram lançados no lago de fogo. Esta é a segunda morte. E aquele que não foi achado escrito no livro da vida foi lançado no lago de fogo” (Ap 20.14-15). Todos os que nascerem somente uma vez (fisicamente), haverão de morrer duas vezes (física e eternamente). Contudo, todos os que nascem duas vezes (física e espiritualmente) morrerão somente uma vez (fisicamente). Jesus disse: “Todo aquele que vive e crê em mim nunca morrerá” (Jo 11.26).

     Em sua Introdução à Teologia Sistemática, Millard Erickson (1997, p. 484) diz o seguinte sobre a morte eterna:

Quando o livro do Apocalipse refere-se à ”segunda morte” (21.8), tem-se em vista morte eterna. Essa segunda morte é algo separado da morte física normal e subsequente a ela. Sabemos por Apocalipse 20.6 que os crentes não provarão a segunda morte. “Bem aventurado e santo é aquele que tem parte na primeira ressurreição; sobre esses a segunda morte não tem autoridade; pelo contrário, serão sacerdotes de Deus e de Cristo e reinarão com ele os mil anos”. A segunda morte é um período infinito punição e separação da presença de Deus, a concretização do estado de perdição do indivíduo que estiver espiritualmente morto no momento da morte física.

     A Enciclopédia Temática da Bíblia (2008, p. 240) nos traz a lista de textos sobre a morte eterna:

Consequência necessária do pecado (Rm 6.16, 21; Rm 8.13; Tg 1.15).
É salário do pecado (Rm 6.23).
É a porção dos ímpios (Mt 25.41,46; Rm 1.32).
Seu caminho, descrito (Sl 9.17; Mt 7.13).
Auto retidão, resulta nela (Pv 14.12).
Só Deus pode aplica-la (Mt 10.28; Tg 4.12)

DESCRITA COMO

Afastamento da presença de Deus (II Ts 1.9).
Sociedade com o diabo, etc. (Mt 25.41).
Um lago de fogo (Ap 19.20; 21.8).
O verme que nunca morre (Mc 9.44).
Escuridão de fora (Mt 25.30).
Névoa de escuridão eterna (II Pe 2.17).
Indignação, ira, etc. (Rm 2.8-9).

É CHAMADA

Destruição (Rm 9.22; II Ts 1.9).
Perecimento (II Pe 2.12).
Ira vindoura (I Ts 1.10).
Segunda morte (Ap 2.11).
Ressurreição para condenação (Jo 5.29).
Ressurreição para vergonha (Dn 12.2).
Condenação do inferno (Mt 23.33).
Castigo eterno (Mt 25.46).
Será infligida por Cristo (Mt 25.31,41; II Ts 1.7-8).
Cristo, o único meio de escaparmos dela (Jo 3.16; 8.51; At 4.12).
Os santos não a provarão (Ap 2.11; 20.6)

     Diante do exposto é possível compreender que todo aquele que partir para a eternidade sem a salvação, morrerá eternamente.


BIBLIOGRAFIA

BERKHOF, Louis. Teologia Sistemática. São Paulo: Cultura Cristã. 2001.

Enciclopédia Temática da Bíblia. Trad. Eulália A. P. Kregness. São Paulo: Shedd Publicações. 2008.

ERICKSON, Millard J. Introdução à Teologia Sistemática. São Paulo: Vida Nova, 1997.

FERREIRA, Franklin; MYATT, Alan. Teologia Sistemática: Uma análise histórica, bíblica e apologética para o contexto atual. São Paulo: Vida Nova, 2008.

GEISLER, Norman. Teologia Sistemática. Vol. 2. Rio de Janeiro: CPAD. 2010.